terça-feira, 22 de março de 2011

Ausência



Por muito tempo achei que a ausência é falta.
E lastimava, ignorante, a falta.
Hoje não a lastimo.
Não há falta na ausência.
A ausência é um estar em mim.
E sinto-a, branca, tão pegada, aconchegada nos meus braços,
que rio e danço e invento exclamações alegres,
porque a ausência, essa ausência assimilada,
ninguém a rouba mais de mim.


                                                               Carlos Drumond de Andrade





 
( QUE BABADO DESSE HOMEMM JESUS)
 Ele é um gênio e eu amo muito isso em Carlos Drumond de Andrade...
 Sutil, profundo e reflexivo!
 
Amores... arrazem! Essa chuva que num para  tem mais é que  colocar um  chocolate quente aii do lado do PC  e ler poesia! Num tem  trem melhor não.. Esquece os tccs da vida, esquece  tudo e  banha  na água literária ( kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk)  essa foi profunda - BANHA NA ÁGUA LITERÁRIA  ( a pessoa já  se acha reflexiva)
....... Ai comecei a falar besteira já
 Curtaammm bastante esse poema e amanhã volto com mais pra vocês
 
 
BEZOOOOOO
 
Débora Taynã Gomes Machado
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